NO NATAL
 
É inútil que se apresente Jesus como filósofo do mundo.
 O Mestre não era um simples reformador.
 Nem a sua vida constituiu um fato que só alcançaria significação depois de seus feitos inesquecíveis,
 culminantes na cruz.
 Jesus Cristo era o esperado.
 Pela sua vinda, numerosas gerações choraram e sofreram.
 A chegada do Mestre foi a Benção
 Os que desejavam caminhar para Deus alcançavam a Porta.
 O Velho Testamento está cheio de esperanças no Messias.
 O Evangelho de Lucas refere-se a um homem chamado Simeão, que vivia esperando a consolação de Israel. Homem justo e inspirado pelas forças do Céu, vendo a Divina Criança, no Templo, tomou-a nos braços, louvou ao Altíssimo e exclamou: Agora, Senhor, despede em paz o teu servo, segundo a tua palavra.”
Havia surgido a consolação.
 Ninguém estaria deserdado.
 Deus repartira seu coração com os filhos da Terra.
 E por isso que o Natal é a festa de lágrimas da Alegria.
 
EMMANUEL
 (Do livro Fonte de Paz. Psicografia de Francisco Cândido Xavier)
 
 

1 comentários:

Wilma dias disse...

Ola vanderlei parabé,s o blog está infinitamente maravilhoso, e só com reflexoes sobre o natal um show parabéns, aliás vc e seu bom gosto com textos nossa, espiritualidade pura, que nosso pai criador te ilumine sempre amigo, bjs de luz no coração.
Wilma